sábado, 7 de dezembro de 2013

Desejei que seu corpo
sempre estivesse nu:
nádegas no gramado,
seios para borboletas
e púbis a sol e vento.
Canibal dos teus olhos,
devorei cada lágrima
que queimava teu rosto;
pássaro passageiro,
em qual anfetamina
teu canto perdeu cor?
   

14 comentários:

  1. “Desejei que seu corpo” encontrar-se-á no e-book F L O y D

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  2. Ateia fogo nas anfetaminas para recuperar este "púbis a sol e vento"...
    Grande abraço,

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  3. Mulher é o melhor remédio, dizia Foide... =D

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  4. Limerique

    Corpo nu ao sol é minha vitamina
    Púbis ao vento, excitante menina
    Supra sumo do desejo
    Dentro de teu corpo me vejo
    Mas broxante mesmo é anfetamina.

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  5. E-book novo chegando na área! *-*
    Arrasou Caju :*

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  6. As melhores mulheres são sempre as inalcançável.

    http://apoesiaestamorrendo.blogspot.com.br/

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  7. Linda imagem do pássaro-tempo.
    Fiquei pensando num título q pudesse caber no poema, mas a brevidade q vai além da cena me pregou armadilha...

    Bjo

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  8. adoro essas coisas de desejo. um grande poema!
    bj, Caju de Fred

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  9. fred, os teus poemas são cada vez mais cativantes e maravilhas a serem lidas.

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  10. Muito bom, Fred! Amei ler teu poema.

    Beijo

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Salve, salve, camarada!
O Sábados de Caju
escuta o que pensa cada,
podem contar quaisquer fatos;
se a prosa for prolongada:
tem a sessão de Contatos!